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Anônimos Incógnitos somos todos. Não há identidade que nos caiba, não há definição que nos sustente, ilesa. Quem sabe o que somos de fato, de todo, de improviso ou plano traçado? Testemunha de tudo que penso e que faço, ainda falho na tentativa de ser o que sou.


Os fragmentos a seguir têm a onipresença de um anônimo incógnito que nunca é o mesmo. Mas há uma fé imutável - o amor - que, seja o que for, o faz prosseguir. De diálogo a diálogo, de encontro a encontro, o que é sabido vai se recompondo ante o improvável que nos põe à prova. 

Afinal, é preciso ter fé em alguma coisa. De preferência, em alguma coisa que nos inclua.