Tem-se aqui a onipresença de um anônimo incógnito que nunca é o mesmo. Mas há uma fé imutável (talvez na vida, talvez no amor) que, seja o que for, nos reconhece parte de um todo. De encontro a encontro, o que é sabido vai se recompondo. E o desencontro de si, apontando no horizonte.
A fé se mantém. De preferência, em alguma coisa que nos inclua. Nós, que só somos, porque existe o Outro também.